#Eleições2022: Anúncio de acordo entre PT e MDB marca 1ª aparição pública de Geddel após prisão

 

 

 


A confirmação da pré-candidatura de Geraldo Jr. (MDB) a vice-governador na chapa de Jerônimo Rodrigues (PT), nesta quarta-feira (30), marcou a reaparição pública de Geddel Vieira Lima após prisão. Nos bastidores, Geddel continuou atuando como presidente de honra do MDB, trabalhando como interlocutor para o futuro do partido.
Geddel teve autorização do ministro do STF Edson Fachin a cumprir pena em liberdade condicional no caso das malas com R$ 51 milhões encontradas em um apartamento de luxo na Graça, em Salvador. Geddel também teve a dedução de 681 dias da sua sentença de 13 anos e quatro meses imposta no processo. O baiano cumpre pena desde julho de 2017, quando foi decretada sua prisão provisória. Na liberdade condicional, ele vai poder trabalhar e voltar para casa. Em setembro ele havia recebido autorização para migrar para o semiaberto.

Geddel Vieira Lima reapareceu anteriormente a se contrapor a fala de Ciro Gomes, presidenciável do PDT. Ciro citou Geddel como "aquele daquelas malas” ao desconstruir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva .

"Ciro não tem autoridade moral nem política para falar de mim. Ele é um picareta que contratou um ex-presidiário (João Santana) e dedo-duro para fazer a cabeça dele e do Brasil. Que incoerência é essa? O resultado das pesquisas mostra o que o povo brasileiro pensa dele. Eu tenho vivido com muito pudor diante das dificuldades. Mudei muito, apanhei muito, mas não me tornei um covarde. Portanto, não vou permitir que picaretas sem autoridade moral ou coerência venham falar de mim", disse Geddel. 
//Bahia Noticias

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