Saiba quem são as vítimas da queda de paredão em Capitólio-MG

 







Todas as dez vítimas que morreram no acidente em Capítólio (MG) já foram identificadas pela Polícia Civil. Todos os mortos estavam em uma mesma embarcação e vários eram parentes.

O grupo estava hospedado em um racho de São José da Barra, em Minas, e eram amigos e familiares uns dos outros. O piloto era funcionário do dono dessa pousada, que também era dono da lancha e parente das vítimas.
A décima pessoa a ser identificada foi Carmem Pinheiro da Silva, de 43 anos, natural de Cajamar (SP), na tarde desta segunda-feira (10).

Veja quem são os mortos:

* Julio Borges Antunes, 68 anos, de Alpinópolis (MG). O enterro aconteceu em São José da Barra.


* Maycon Douglas de Osti, 24 anos, nascido em Campinas (SP). Será enterrado em Sumaré.


* Camila da Silva Machado, 18 anos, nascida em Paulínia (SP). Será enterrada em Sumaré.



* Sebastião Teixeira da Silva, 64 anos, natural de Anhumas (SP). Será enterrado em Serrania.




* Marlene Augusta Teixeira da Silva, 57 anos, natural de Itaú de Minas. Será enterrada em Serrania.



* Geovany Teixeira da Silva, 37 anos, natural de Itaú de Minas. Será enterrado em Serrania.


* Geovany Gabriel Oliveira da Silva, 14 anos, natural de Alfenas (MG). Será enterrado em Serrania.



* Thiago Teixeira da Silva Nascimento, 35 anos, nascido em Passos (MG). Será enterrado em São José da Barra.




* Rodrigo Alves dos Anjos, 40 anos, nascido em Betim (MG). Ele era o piloto da lancha.





* Carmem Pinheiro da Silva, de 43 anos, natural de Cajamar (SP)


Marlene e Sebastião eram casados e pais de Geovany Teixeira, que por sua vez era pai de Geovany Gabriel. O casal era tio de Thiago. Maycon e Camila eram namorados. 

Acidente
A polícia ainda não sabe o que aconteceu o acidente, que também será apurado por um inquérito da Marinha. As pedras do cânion no Lago de Furnas deslizaram, atingindo pelo menos três lanchas, no sábado. 

Em coletiva, o prefeito de Capitólio, Cristiano Geraldo da Silva, afirmou que nunca um acidente do tipo havia acontecido na região e que não há um estudo geológico sobre os paredões. Antes, ele já havia determinado o fechamento do turismo aquático na cidade neste momento. O acesso aos cânions foi fechado. 


A Furnas Centrais Elétricas divulgou nota ontem lamentando o caso. "FURNAS lamenta profundamente o acidente e verdadeiramente se solidariza com as vítimas e seus familiares. A empresa esclarece que utiliza a água do lago para a geração de energia elétrica, por meio de Contrato de Concessão de Geração de Serviço Público, e que compete à Marinha do Brasil e aos respectivos poderes públicos locais a gestão dos demais usos múltiplos do reservatório, dentre os quais as atividades econômicas de turismo profissional", diz trecho da nota.
//Correio 24 Horas

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