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sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Médico baiano que mora nos Estados Unidos é vacinado contra Covid-19: 'Momento de muita felicidade'

 


Um médico baiano que mora em Boston, nos Estados Unidos, foi vacinado contra a Covid-19 na terça-feira (15), no país norte-americano. Lucas Castro é natural da cidade baiana de Caculé, e, há 2 anos, mora com a família nos Estados Unidos.
Lucas é médico anestesiologista e já trabalhou no Hospital Santo Antônio e em outras unidades particulares, em Salvador. O baiano tomou a vacina junto com outros profissionais de saúde, um dos grupos prioritários para serem imunizados.

O médico baiano concedeu uma entrevista ao Bahia Meio Dia da TV Bahia e disse que sentiu apenas dor no braço, após tomar o imunizante. Lucas Castro pontuou que foi orientado a manter a máscara e a distância social até a 2ª dose da vacina, que vai ocorrer em três semanas.

O médico contou que tomou a vacina da Pfizer/BioNTech no hospital no qual ele trabalha. O imunizante da Moderna também está em processo para ser usado.

“A vacina é muito segura, porque é baseada em engenharia genética. A eficácia foi muito boa, 2ª dose acima de 90%. Então, acho que os profissionais de saúde com os quais havia conversado estão vacinados”, completou.

Os Estados Unidos começaram esta semana a aplicar a vacina em cerca de três milhões de pessoas e espera atingir um total de 20 milhões ainda no mês de dezembro se for aprovado outro imunizante, o desenvolvido pelo laboratório americano Moderna.

Um profissional de saúde do Alasca, nos Estados Unidos, sofreu uma reação alérgica severa após receber a vacina contra a covid-19 da Pfizer-BioNTech e agora está hospitalizado, mas estável, de acordo com um relatório divulgado nesta quarta-feira (16).

O jornal The New York Times informou que o homem recebeu sua dose na terça-feira (15), enquanto a Pfizer confirmou que estava trabalhando com as autoridades locais para investigar o incidente.

Os voluntários que se apresentaram para o estudo clínico da Pfizer, um total de 44 mil pessoas, eram excluídos caso tivessem um histórico de reações alérgicas a vacinas ou a componentes do imunizante contra a covid-19.

No geral, os testes não encontraram problemas sérios de segurança, mas os reguladores e a empresa continuam a monitorar os casos adversos após a vacinação.

Dois trabalhadores de saúde no Reino Unido tiveram reações alérgicas semelhantes, levando o governo do país europeu a aconselhar o público a evitar tomar a vacina se eles tiverem um histórico de fortes alergias.

A agência reguladora de alimentos e medicamentos dos EUA, a FDA, emitiu uma autorização de emergência para a vacina com a ressalva de que as pessoas que tiveram alergia a seus componentes devem evitá-la.

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