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quarta-feira, 20 de março de 2019

Barra da Estiva/BA: Prefeitura investe na piscicultura como nova fonte de renda para agricultores


Foto: Ilustração


A piscicultura proporciona um elevado nível de qualidade do peixe para consumo humano, isso se deve aos cuidados com alimentação, controle das taxas de crescimento e das propriedades da água dos viveiros e tanques onde os peixes são criados.

A prática da piscicultura, possibilita também, a criação de espécies que estão ameaçadas de extinção, contribuindo para a preservação da diversidade da fauna, gerando renda ao pequeno e médio produtor rural, usando um modelo de trabalho sustentável.

São três os tipos de produção: extensivo, semi-intensivo e intensivo.

O sistema extensivo refere-se à prática tradicional e rudimentar, representada pela técnica de cerco, por exemplo, em áreas originalmente destinadas à outra finalidade como armazenamento de água, bebedouro de animais, energia elétrica, etc. O povoamento é composto principalmente por espécies nativas da região. Nesse caso, a alimentação dos peixes depende apenas do que é produzido naturalmente na água, fertilizada pelos próprios animais que ocupam o local. O investimento é baixo e a produtividade por área também é proporcional.

No cultivo semi-intensivo existe um condicionamento e uma influência no cultivo, por meio de suplementação alimentar, tratamento químico da água e mecanização de alguns processos.

Já o sistema intensivo apresenta uma produção bem controlada e sistematizada, visando à otimização da criação e o seu melhor retorno produtivo. O cultivo é feito em tanques-rede, estruturas submersas feitas de telas de arame revestido de PVC, para confinamento da criação em açudes ou represas. Dentre as espécies mais comumente cultivadas através desse processo estão o salmão, o atum e a tilápia.

A prática intensiva é a que mais evolui nos países em desenvolvimento atualmente, pois permite a livre e constante circulação da água, que mantém o oxigênio necessário à criação, facilita a retirada e o manejo dos peixes, diminui os custos com tratamentos de doenças e, além disso, a produtividade alcançada é bastante superior às outras técnicas.

Comparando os sistemas intensivo e tradicional, a produtividade do primeiro chega a ser 100 vezes maior, gerando 200 quilos de peixe por m³ contra apenas 2 quilos por m³ da produção tradicional.
Fonte: Sebrae / Informe Barra

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