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3 de setembro de 2016

“Que apodreça na cadeia”, clama mãe de garoto morto porque bebeu achocolatado envenenado




“Quero que ele [comerciante] apodreça na cadeia. Ele é o maior culpado de tudo isto”. O desabafo de dor é de Dani Cristina Perpetua da Silva, mãe do garoto Rhayron Christian da Silva Santos, 2 anos, que morreu após beber um achocolatado que foi envenenado pelo comerciante Adones José Negri, 61 anos.

Em entrevista  ela lamenta o ocorrido e também as acusações que foram feitas de que ela seria usuária de drogas. O pai da criança, Lázaro Figueiredo dos Santos, alegou que apenas comprou o produto - por cinco reais - porque a família passava por dificuldade.  
Dani contou que no dia do ocorrido, 25 de agosto, “estava tudo normal, ele (criança) acordou e veio atrás de mim querendo mamar. Meu marido estava deitado atrás de mim e falou que tinha um achocolatado na geladeira e pediu só para olhar a validade, estava tudo certinho. Eles [menino e a irmã] sempre tomaram e nunca fez mal. Dei dois goles para ele, tomei dois e o resto ficou com ele, que nem bebeu tudo”.
Após isto é que a criança começou a sentir o efeito do veneno: “Meu marido falou para ele ir dar um abraço, o Rhayron saiu correndo e na metade do caminho começou a passar mal, ficar sem ar. Nisso eu coloquei o dedo na boca dele, achando que estava engasgado. Ligamos para o Samu, mas antes passou um senhor na minha rua de carro e o levamos até a Policlínica do Coxipó”.
Já na unidade de saúde, a mãe conta que também começou a passar mal e que teve de ir até o banheiro para vomitar. Dani ainda lembra que um amigo da família tomou o achocolatado e também não se sentiu bem, sendo inclusive internado. “Eu estava esperando meu filho, suando frio. Depois, juntou um monte de enfermeiros no corredor, pediram para eu entrar na sala e lá estava meu filho morto, entrei em desespero”.
Via: Blog Jair Sampaio



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